Amy Winehouse: O palco era dela, a reflexão fica para nós
Na imagem vemos Amy Winehouse em seu último show. Diante do público, ela cantava enquanto enfrentava um dos momentos mais difíceis de sua vida. Em determinado instante, visivelmente abatida, abraçou a si mesma diante da multidão. Ao longo de sua trajetória, Amy esteve cercada por fãs, amigos, conhecidos e pessoas que diziam se importar com ela. Mas, naquele momento, o que acontecia por dentro quase ninguém conseguia perceber. Muitos enxergavam apenas o que aparecia por fora ou o que os noticiários mostravam em busca de audiência. Enquanto parte do público tentava incentivá-la, outros escolheram transformar seu sofrimento em espetáculo, muitos julgavam em vez de compreender. Entre críticas, piadas, risadas e vaias, sua dor era exposta diante de todos, mas entendida por poucos. O final, todos sabemos.
Essa cena não pertence apenas aos palcos. Ela também acontece na vida de cada um de nós. Não somos famosos, não estamos sob holofotes, mas estamos cercados de pessoas. E muitas vezes, nem todos que sorriem, conversam, abraçam ou caminham ao nosso lado estão, de fato, torcendo por nós. Às vezes, quem não quer o nosso bem é exatamente quem nos empurra para caminhos errados, alimenta nossas fraquezas e nos afasta do que realmente precisamos.
Por isso, vigie quem está ao seu redor. Não se iluda com aplausos, nem se confunda com abraços. Nem todo sorriso é sincero, nem toda companhia é leal. Há quem se aproxime apenas para assistir à sua queda, e há quem incentive o erro para depois apontar o dedo. Cuide de si, escolha bem quem caminha ao seu lado e não permita que a voz dos outros seja mais forte do que a sua consciência.
Essa cena não pertence apenas aos palcos. Ela também acontece na vida de cada um de nós. Não somos famosos, não estamos sob holofotes, mas estamos cercados de pessoas. E muitas vezes, nem todos que sorriem, conversam, abraçam ou caminham ao nosso lado estão, de fato, torcendo por nós. Às vezes, quem não quer o nosso bem é exatamente quem nos empurra para caminhos errados, alimenta nossas fraquezas e nos afasta do que realmente precisamos.
Por isso, vigie quem está ao seu redor. Não se iluda com aplausos, nem se confunda com abraços. Nem todo sorriso é sincero, nem toda companhia é leal. Há quem se aproxime apenas para assistir à sua queda, e há quem incentive o erro para depois apontar o dedo. Cuide de si, escolha bem quem caminha ao seu lado e não permita que a voz dos outros seja mais forte do que a sua consciência.

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